Li He renasceu, seu pai é um vagabundo e sua mãe é uma mulher submissa... ps: não sou bom em escrever sinopses.
O corpo de Li He estremeceu, e ele olhou para o horizonte, perplexo, antes de erguer o olhar vazio para o céu. Renascido, ele realmente havia renascido. Observando o calendário amarelado pendurado na parede do quarto, viu: 11 de julho de 1979.
Bastava uma viagem de trabalho, dormir uma noite numa pousada, como tudo podia acabar assim? Fazia exames médicos todo ano, estava com a saúde em dia, não era possível simplesmente morrer sem razão. E seus pais, esposa e filhos daquele outro mundo, o que seria deles? Só de pensar nisso, sentia dor de cabeça.
Que desgraça! Lutou décadas, acumulou uma fortuna de milhões, aos cinquenta e poucos anos estava no auge, cercado de filhos e netos, pronto para desfrutar a vida, cultivar flores, passear com o cachorro ao lado da esposa, uma existência confortável — e justo então, é jogado de volta ao passado.
A maioria das pessoas só quer renascer porque fracassou. Mas ele, um vencedor, precisava disso? Sua única vantagem era ter lembranças, mas não conseguia recordar os números da loteria, nem as altas e baixas das ações. Sabia que os imóveis iriam valorizar, mas não tinha capital.
Em suma, não adiantava de nada.
— Mano, posso ir com você pescar enguias? — perguntou uma menininha de pele amarelada e corpo franzino, correndo para se atirar nos braços dele. Era sua irmãzinha caçula, apenas cinco anos de idade. Li He afiava um arame com uma pedra, e ao vê-la, rapidamente o largou e a colocou sobre os ombros, provocando gargalhadas.
O pai, Li Zhaokun, era famoso na vizinhança como vagabundo. Não era ladrão, ap