Após a guerra nuclear, o mundo transformou-se em um cenário apocalíptico, onde o caos reinava absoluto. Se, por acaso, você sobrevivesse, teria de enfrentar o medo constante da fome e das doenças, os zumbis enlouquecidos que surgiam ao cair da noite, e ainda as criaturas mutantes de formas grotescas, deformadas pela radiação... Contudo, para Jiang Chen, este lugar era um verdadeiro paraíso. Por toda parte, mansões sem dono aguardavam, carros de luxo abandonados jaziam nas ruas, ouro e tecnologias avançadas permaneciam esquecidos, sem que ninguém lhes desse valor... Como? Você era diretor de uma famosa companhia de jogos antes da guerra? Responsável pelo planejamento de jogos AAA de realidade virtual? Ótimo, ótimo, venha trabalhar para mim desenvolvendo jogos para celular; o salário diário será de dois pães, está bom para você? Um iPhone 6? Ultrafino? Veja bem, os celulares da minha empresa de tecnologia do futuro são mais finos que uma camisinha, acredita? Porta-aviões? Caças? Ah, também tenho, mas são do tipo que voam pelo espaço... Acompanhe Jiang Chen, dotado da habilidade de transitar livremente entre dois mundos, em sua jornada para construir um império que se estende do presente ao apocalipse... Grupo de leitores: 482875504, 518159612 Grupo VIP de leitores: 280098889 (é necessário enviar captura de tela de assinatura completa para verificação; envie mensagem privada ao administrador ou ao líder do grupo)
Uma gota de suor frio deslizou pela testa de Jiang Chen. Engolindo em seco com dificuldade, ele fitava a arma ameaçadora que balançava diante dos seus olhos.
Pelo menos uns 36D...
Sob as sobrancelhas arqueadas havia um par de olhos de fênix plenos de determinação; o nariz alto e a boca delicada, não fossem pela expressão severa, fariam dela uma verdadeira beldade. O revólver negro, a chibata gélida exalando perigo... Se ao redor houvesse uma decoração mais sugestiva, talvez não existisse homem no mundo que não fantasiaria com o que poderia acontecer ali...
Fantasiar o quê, droga!
No coração de Jiang Chen, não havia senão arrependimento e medo; nenhum traço de excitação física... Ou melhor, por que será que sinto a calça um tanto apertada? Deve ser só impressão. Eu, masoquista? Jamais!
Cabe esclarecer: Jiang Chen não possui qualquer gosto peculiar. O fato de estar amarrado firme àquela cadeira por uma beldade empunhando uma chibata se devia unicamente ao acaso...
"Seu nome?" A mulher de seios fartos, vestida com uma jaqueta de couro preta e jeans desbotados, afastou com gesto brusco os cabelos um tanto desgrenhados do ombro, apoiando rudemente um pé no braço da cadeira.
"Jiang Chen..." Engolindo em seco, ele respondeu honestamente. Homem civilizado que era, jamais vira uma mulher tão selvagem.
A mulher arqueou as sobrancelhas. "Nomezinho afeminado, não?"
Vai perguntar pra minha mãe, porra! Claro, isso ele só ousou pensar; temia que, se dissesse algo, ela usaria a arma para abrir um buraco