Um ex-soldado das forças especiais aposentado é contratado para trabalhar na segurança de um Instituto Confúcio no exterior e, em um acidente, atravessa para o período da Primavera e Outono. O protagonista obtém um sistema de transmissão ao vivo, transmitindo os ensinamentos de Laozi e a jornada de Confúcio pelos vários reinos. Proteger os sábios, aprender com os sábios como cultivar a si mesmo, harmonizar a família, governar o Estado e trazer paz ao mundo!
No Instituto Confúcio, localizado na nação insular, a ala de exposições recebia um fluxo crescente de visitantes. O dia era especial, marcado pela exibição de um conjunto de artefatos importantes, incluindo uma peça de valor inestimável, um verdadeiro tesouro nacional. Coincidindo com um feriado local, muitos admiradores da cultura chinesa aproveitavam a folga para visitar o espaço.
Nas salas de aula do instituto, o dia era dedicado a uma sessão prática. Professores e alunos, trajados com vestes da era de Confúcio e com os cabelos presos em adornos tradicionais, sentavam-se sobre esteiras em uma sala decorada para mimetizar o ambiente daquela época. O mestre, sentado em posição elevada, observava os alunos à sua frente.
— "Estudar e praticar o que foi aprendido, não é um prazer? Ter amigos que vêm de longe, não é uma alegria? Não se ressentir quando não é compreendido pelos outros, não é a marca de um homem nobre? Agora, repitam comigo..."
O mestre iniciou a leitura:
— "Estudar e praticar o que foi aprendido, não é um prazer?"
Os alunos responderam em uníssono:
— "Estudar e praticar o que foi aprendido, não é um prazer?"
— "Ter amigos que vêm de longe, não é uma alegria?"
— "Ter amigos que vêm de longe, não é uma alegria?"
— "O que significa esta frase?", perguntou o mestre, antes de prosseguir com a explicação sem esperar resposta. "Confúcio dizia..."
Enquanto o mestre explicava os *Analectos*, um funcionário vestido com as mesmas roupas tradicionais realizava