Em um famoso fórum de baixo QI, Li Yang deparou-se com uma postagem: “Estou prestes a renascer, mas só posso levar uma coisa comigo. Peço ajuda, o que devo levar?” A. Uma nova música do Zhou Dong lançada em 2014 (minha deusa é fã de Zhou Dong) B. Um novíssimo Fruit 6S (quero que minha deusa seja a primeira a usar o mais novo celular da Fruit) C. As respostas do exame nacional do vestibular de 2014 (para que minha deusa ingresse na universidade dos sonhos) Li Yang, diante do espelho, ficou completamente desarmado. “Seus antepassados, de dezoito gerações, trabalharam centenas de anos no submundo só para lhe garantir um ingresso para a reencarnação, e você quer voltar para ser um bajulador?” “Droga! Idiota! Ter a má sorte de cruzar com um sujeito como você é um azar que se estende por oito gerações! Se eu te encontrar na vida real, te bato toda vez que te ver! Renascer? Você renasce o quê? O ingresso para reencarnação, você não merece!”
— “Sou formado, exijo que a outra pessoa também seja formada, não estou sendo exigente, certo?”
— “Nada exigente.”
— “Tenho carro, exijo que o homem tenha casa, não estou sendo exigente, certo?”
— “Nada exigente.”
— “Meu salário anual é de trezentos mil, exijo que o homem tenha um salário de quinhentos mil, não estou sendo exigente, certo?”
— “Também não é exigente.”
No canto do parque de encontros de Jiangcheng, um homem e uma mulher sentavam-se frente a frente. Ela falava com elegância, o rosto tomado por uma expressão de absoluta confiança, enquanto ele respondia com desdém, mal disfarçando o tédio.
Sentindo-se ofendida, a mulher questionou:
— Li Yang, que atitude é essa? Você, um homem de trinta e dois anos, sem diploma universitário, com apenas vinte mil em poupança, pais sem aposentadoria, casa e carro nem sombra… O fato de eu vir até aqui já é uma honra para você!
Li Yang fitou aquela mulher cujos traços físicos não superavam, em nada, a retidão de seus próprios princípios, e respondeu com resignação:
— Minha senhora, você já tem quarenta e dois anos!
A mulher explodiu:
— Está me chamando de “senhora”? E daí que tenho quarenta e dois? Sou formada, ganho trezentos mil por ano, quem é você para me desprezar?
— Eu, desprezá-la? Nem ousaria. Além do mais, nem pretendia conversar com a senhora. Foi a senhora que insistiu em vir até aqui.
A mulher, enfurecida:
— Olhe em volta, veja se há muitas mulheres melhores do que eu! No meu ver, além de um rosto razoável, você não tem nada! Não vai pensar que eu estou